A Paranormalidade: O Princípio Ativo da Cannabis

É uma atividade paranormal, ela visa coibir a razão de pensar normalmente, um preservativo da mente, e faz de forma eficiente. Embora não exista, possui uma prova documental, digo, físicas de sua existência, e não meramente mental. Seria anormal pensar que um fantasma pudesse influenciar em nossas decisões, mas na prática, ocorre diferente: o mundo espiritual tem o poder de interferir na matéria, quase um milagre, como se você pudesse transformar o milagre em vinho, ou em água. Muita gente confunde saia com anágua, porque possui a mesma função: proteger o joelho, digo, esconder o joelho, diferente duma saia justa, que volta e meia o fundo aparece, aquela proteção que se tem com a intimidade, talvez porque todo mundo preste atenção. A atenção, surge aí o primeiro elemento do principio ativo. Mas seria a atenção o primeiro legado da atividade paranormal? Há os que dizem que fantasmas não existem e que bruxas também, tanto que muitas já foram mortas em fogueiras. Seria possível matar um fantasma também? Já ouvi falar em matar espíritos, mas espíritos não podem ser mortos, todos sabem, ele já tá morto... Não, o espirito está vivo dentro de nós.. em algum lugar, a religião não é clara. Independente de qual seja, todas tem o mesmo principio ativo, a alma parece ser uma atividade paranormal. Digo, não é normal pensar em alma em uma existência, tá sempre vinculada a moral, digo, ao modo racional como vemos as coisas. Há os que acreditam em sua existência, mas temem pelo seu futuro, é outro tema bastante obscuro que a ciência ainda não conseguiu penetrar, mas ela é teimosa, pode ser que um dia ela consiga, vai depender da sua intenção, e eis aí o segundo princípio ativo: a intenção. A intenção é uma palavra chave em qualquer conversa. A ação que nos coordena condena sempre a nos manter alerta a uma possível invasão, aquele instinto de proteção, a segurança, e surge aí o terceiro principio ativo. Segurança é aquela coisa complicada que se confunde com o medo, e o medo é a mãe da criação, dizem que é a necessidade, mas essa é a mãe da invenção, notem que é diferente, criação é algo mais profundo, nos dá a existência de mundo como tudo se criou, ficaria estranho dizer que o mundo foi inventado, chegaríamos logo no motivo e na intenção, percebo agora que fiz uma inversão, e segurança vem na frente e o medo depois, caramba, que situação... Vou usar uma fórmula matemática.. a ordem dos fatores não altera o produto. Não é sempre que faço isso, conheço bem as ordens das coisas, digo, a desordem do mundo natural, mas porque no momento estou diante de uma atividade paranormal, o princípio ativo-passivo passa por isso, como um dispositivo, sempre prestes a detonar e acabar com a existência e isso nos faz duvidar naquilo que estamos prestando atenção, se aquilo tinha a intenção de nos matar, mas como uma coisa do outro mundo poderia nos matar, ainda que tivesse mal intencionada? A paranormalidade parece ter uma estreita relação com a igualdade, uma espécie de comunidade detentora da verdade que possui o incrível poder de influenciar, como se ela controlasse a existência, e essa interferência nos faz crer que acreditamos na mesma coisa como se a coisa fosse uma só. O efeito paranormal. Digo, para normal. Os anormais acreditam em alma mesmo, algo bem diferente do espírito, digo, o espírito pula de um corpo pra outro, a alma não, não nessa vida, se porventura houver outra, ela terá um corpo, diferente do espírito, que não terá nenhum, a não ser uma consciência que a sobrevivência lhe deu: acreditar na salvação, mas isso a que serve ou que serve a quem, é outro porém, aquele trem que só para na estação final, o Juízo Final, de modo que jamais saberemos, exceto que vivemos dentro de uma paranormalidade, que traduz a liberdade, de olhar parar e agir, como se existisse uma paração, que se transforma em piração e é nesses estágios que ocorre a paranormalidade, você consegue ver algo, ou não sabe ao certo o que viu, você pensa que viu algo, e aquele algo começa a existir. É o inicio da atividade paranormal. Em meio as nossas crendices, cretinices e sertanices, surgem as proibições, o universo paranormal: é proibido. Seria possível acreditar que as drogas pudessem nos conectar a espíritos e estes pudessem interferir em nossa existência? Que o mundo que concebemos possui uma aparência normal? Digo, não possui vínculo algum com a paranormalidade? Como a água em um rochedo, pudesse quebrar o medo e sermos expostos ao mar tempestivo da vontade, um quadro de anormalidade? Destruiria toda a sociedade, e a moral? Seria a moral uma atividade paranormal? Teria ela um espírito, um espírito que todos veem e só alguns não? Uma conectividade extraterrena de uma dimensão infinita, igual a do seu criador..? Seria uma manifestação divina então, que todos veem e acreditam ser real? Onde o mundo natural, digo, a natureza, não teria tanta pureza, o tal contato divino, sendo apenas o predecessor do mal, sem nenhum vínculo espiritual com o mundo humano a não ser a maldade, a má influência..? Mas que cuja existência não é bem definida, como a paranormalidade, hora existe, hora não, é privilegio de alguns, outros não, um princípio ativo da razão, definir a existência, a existência de perigo, de atenção, o início da ação, ela que nos assegura o mundo que conhecemos, o mundo normal, onde o desconhecido é paranormal. A ação humana é o universo que Deus criou.