L'homologie : la substance-chef [texte en portugais]

 
A história, que por si se descreve, é uma adoção: adoção de idéias, adoção de um pensar, de se movimentar num plano geométrico, onde a dimensão são os lados onde encerra este objeto. Adotamos um nome, um planeta, um universo... e o inevitável aconteceu: adotamos um Deus, um pai, pois somos filhos incertos, filhos adotivos talvez. A primeira vez não se bate, se perdoa, depende do pai, um pai de verdade –alguns diriam– não bate: castiga. A inocência é algo que por si se descreve também, um aprendizado, um reconhecimento  dos valores morais, moral essa que está nas alturas, longe do pecado, longe do juízo, do impreciso, do defeito, da impureza da natureza, ou de qualquer contaminação. O judaísmo consegue desexplicar isso como ninguém, deixou a responsabilidade pra mulher explicar a menstruação, uma sujeira, assim como a costela de Adão, o mistério da fecundação. Hoje acredita-se que foi partenogêneses, um mistério que o Gênesis esconde muito bem: B’RESHIT 3:15, 3 horas e 15 minutos, é quanto tempo dura em média um trabalho de parto. É melhor adotar um filho então, e lhe tomar o sofrimento como sentença, mas isso é apenas uma consciência, mais uma adoção, não é os sentimentos de quem pariu, o que se viu não descreve quem sentiu o grito de dor. Foi assim com a mulher aos 3, com a mulher aos 6 e com a mulher aos 9, não é apenas um problema sexual, mas algo que não se resolve nem com a semente nem com a serpente, porque o homem sempre foi seu verdadeiro pai, o seu senhor, um problema que não se resolve com a dualidade, mas por existir o arremesso da vontade, o arremesso do sêmen, da semente, e essa tem que vim da parte superior.
O futuro da mulher continua incerto, não apenas pelo roubo de suas propriedades na ação, não apenas pelo seu desentendimento da fecundação, mas pela sua condição de servidor, não nasceu de parto normal, foi clonada, e esta é apenas mais uma adoção, o universo também foi, o verdadeiro X da questão, algo que o Genoma descreve muito bem. Não existe célula macho ou célula fêmea, é tudo uma composição, o que se pensava de Y foi apenas mais uma adoção. Em meio a tantas descobertas e encobertas, o anafrauditismo espiritual é revelado, a tal divisão, de fato nunca ocorreu, e a separação de Genesis existe apenas pra compor uma Unidade, que em sua essência não se explica, a não ser pela existência de uma bipolaridade maldita, uma condição que auto se explica: Verdades precisam ser adotadas pelo bem da humanidade, digo, pelo bem da unidade. Adotar é preciso, morrer não. É dessa forma que a morte é mais uma adoção, assim como o resultado, a sentença, a justiça, a igualdade, a liberdade, a produtividade, a posse e a propriedade: a Unidade é o espirito da verdade. De fato, amamos a Democracia pela sua produtividade, mas onde se planta falsidade, o que se colhe é ilusão. E é nesse contexto que aparece a solidão, a Unidade é um número sozinho, tanto no final quanto na criação. O que esperar de algo que possui um único medo? Não é nenhum segredo, adotamos aquilo que conhecemos, por isso o que conhecemos foi aquilo que foi adotado, e entendemos o desconhecido como um mal a ser evitado, foi dessa forma que o Diabo foi adotado. E que isso explicaria a existência do pai, um pai verdadeiro, que não fosse adotado, que fosse puro e isento de pecado, nascido de Deus, mas que não fosse também rejeitado, e essa é a grande questão: os filhos não aceitaram a adoção. Como entender a unidade sem entender a vitória? Como desentender a vaidade sem entender a unidade? Que tipo de sentimentos isso produz, que tipos de doenças isso cria, que tipos de soluções, que tipos de manias mentais, corporais, espirituais? Que tipos de proibições? Seria ela capaz de fazer uma doação de uma pequena parte como o coração? Qual a relação de troca dentro de uma unidade? Qual a sua lateralidade? Como ocorre a transitoriedade em uma unidade? Seria muito supor que ela fatalmente resultaria em idolatria? E nesse sentido, Cristo cumpriu o papel do Messias, transformou o homem em Deus, um corpo divino, como se esse fosse o destino, o Unitarismo sobreviveu. Mais que isso: prevaleceu, trouxe consigo a ideia de subalterno, o eterno subordinado, um ser insolente e descansado, que precisa ser lembrado da presença de seu senhor. Para a humanidade, o ser é mais importante que o amor. Que tipo de ser falaria “Eu sou”? Somente uma divindade... É onde se percebe que a vaidade é o espírito da Unidade. É dessa forma que Cristo deve ser entendido, como a menor unidade do Judaísmoa transpersonificação da matéria, onde havia espírito agora havia um corpo, que mesmo que morto, renasceria, essa é a poesia da Ressurreição, o verdadeiro átomo da razão, pois tal fusão ocorreu na Terra, e de outra forma o homem não subiria aos céus.
O juízo se esgrima entre conceitos e preceitos em encobrir os defeitos, em faltar com o respeito do que deve ser lembrado, porque Cristo, em última análise, é o que deve ser clonado, um molde que a ciência tenta ainda traduzir, porque no fundo o que Cristo exemplifica é a menor partícula da Unidade.
E é isso que o racionalismo orbita, que a genética busca: dar suporte à Criação. Se houve imperfeição, o que aconteceria um dia se algo fosse provado: que o início foi errado? Isso comprometeria a Cristo e todo seu legado..?
Como havia falado no último tópico, queria mostrar o Terço, que é uma tese sobre o Racionalismo de Cristo. Mas percebi que haveria problema na compreensão. Por isso, queria falar antes sobre outra coisa um pouco mais complicada: O Berço.
Nada define mais o judaísmo do que a figura do pai, porque simplesmente ele é Deus, não é um Deus que mora nas alturas, mas um Deus vivo, presente no dia-a-dia, quando amanhece você dá bom dia, e quando vai dormir, agradece, está presente nas preces do almoço e no jantar, até um simples caminhar, em meio a tantos problemas, ele sempre aparece pra conversar, pra dar palpite, uma ideia, uma solução. O Deus judeu é sobretudo uma presença, uma essência do pensar, algo que Egípcios, Gregos, Romanos, desconheciam, os deuses deles de fato estavam no céu, o do judeu tava na terra. E isso tudo foi logo entendido como uma missão, uma condição de sobrevivência, a preexistência do mal. Mas isso tudo não ficou configurado, deixou o seu legado pra outra religião, aquela que assumiria o projeto original, aquele que foi bugado, foi alterado e gerou uma enorme confusão. Falo do Seedline da Serpente: ninguém sabe quem foi seu genitor, alguns falam que foi Esdras, outros falam que Moises, outros falam que foi Cristo, Ortodoxos, Messiânicos e Cristãos disputam agora essa questão: quem são seus verdadeiros pais[?]. Quem foi o pai de Cain, não falo de Velasques, aquele que espancou o Cigano, mas daquele que matou Abel, que não era o goleiro do Vasco, ou apenas um jogador, um peão desse jogo de intenção, de quem é o trono, de quem é o dono do acreditar?
De fato não sei o que sou, acho que ninguém sabe o que é, sei o que sinto, e isso me basta... .
Mas isso não afasta o espirito do acreditar: A Adoção.
De fato, antes de me voltar ao Genesis, Judaísmo e toda sua complexidade, mais uma vez um complexo de teses, interpretações rabínicas e a compreensão protestante, é necessário fixar primeiramente a posição da ciência: quais os achados biológicos que foram validados? Porque isso desvalida muito do que foi falado, escrito e pensado. Hoje o maior sonho dos cientistas, pasmem, é. fazer uma clonagem sem a participação da mulher. Uma tentativa de mostrar pra natureza que ela estava errada desde o início e que o sêmen do homem é de fato uma semente. Como se não bastasse, desde 1980 descobriu-se também que não é o homem que decide o sexo. Em estudos que envolvem o entendimento do genoma, constatou-se que os gêneros macho e fêmea [XY e XX], como é até hoje nas escolas entendido, nunca de fato existiu (pasmem [!]). A resposta é sempre a mesma: por causa do erro de um pesquisador [e nem em humanos foi, foi em ratos]. A ciência atual se defende com essa incompreensão biológica ser parte do que eles classificam como “a velha ciência ruim”, eles denunciam a coexistência de “fatores culturais” para que o entendimento anterior continue ainda sendo validado, diga-se, pra não mexer no passado, e de fato não podemos, porque isso influenciará no futuro e no acreditar. Tanto faz se foi Adão ou se foi Eva, ou se foi o macaco, ou uma cabra, ou uma serpente oportunista, pra esse Deus transformista tudo é possível, até mesmo uma autofecundação, uma consciência, os ‘Lavroisiânicos’ diriam que isso é o espírito da criação, é a natureza que se transforma, o Corpo de Deus não. De fato, Deus não possui um corpo, é uma consciência sem razão, pura, ingênua e sem pecados, como se Eva não os tivesse herdado.
Então é a Serpente..? muito inteligente a morte e o por vir, um horizonte muito embaraçado pelo contraste da cor, meio branco, meio preto e meio cinza, algo que nem Dante imaginou. O grande problema em se aceitar os processos adiabáticos é a sua forma absortiva, pois é entendida como uma continuidade da unidade. É  cedo falar do tedioso sistema semen to semen, do homem para o homem, ou simplesmente, do senhor para o servo, ou simplesmente ‘S’ to ‘s’, ou ainda, ass to ass, algo tão pavoroso que produziu a divisão.
Por isso eu preferi falar primeiramente a história de como o sêmen de Deus foi parar em Adão, e como o de Adão foi parar em Cristo, porque, em termos Bíblicos, isso já é uma incompreensão. Recorrer à genética também não é a solução, não pela existência do X ou do Y, mas do , a substancia chefe, aquela que a mistura enaltece como sendo a Superior. A álgebra é sacana, existiria ainda o beta e o gama, serve ao propósito da unidade, o que seria da matemática se não fosse a igualdade, a existência de um resultado, de um número inteiro. A verdade será sempre como um canteiro pra ser semeado por um bom condutor. Eles dirão que isso é só mais um detalhe, que não tem maiores importâncias. É possível que Eva tenha parido Adão, sem comprometer a Criação, detalhes divinos não podem ser revelados sem que tudo tenha sido provado. É quando você entende que não existe ciência, é tudo religião.
Diante dos eventos poderia estar saciada e encerrar a discussão e tomar a mentira como lição, como um aprendizado, o pecado é a justificativa do perdão. Quem criou a jaula, criou o leão. Não carrego a verdade em minhas mãos, não assumi um compromisso, meu racionalismo não se encerra em Cristo nem começa com o Judeu, é algo pessoal, como um animal, que extrai da moral um rugido, um grito de dor, aquilo que as escrituras não têm e que desde o início faltou: o amor.
 
Há um tempo atrás, quando Dilma quase perdeu a eleição [a de 2010, já que a de 2014 ela vai ganhar –quando escrevi esse artigo ela ainda não havia nem ido pra segundo turno, mas de fato o turno é um só, um só compromisso, um só juízo, uma espécie de feitiço eleitoral, elegemos o que acreditamos e por isso votamos um coração, como tudo que fazemos], havia feito algo desse tipo, digo, de coração, por isso, havia concebido a criação. Em meu entendimento, o nascimento não poderia ser feito de outra maneira, não que não existissem outras, mas porque essa me fazia sentido. Era uma historinha de um espermatozoide macho e um espermatozoide fêmea, o sêmen do homem e o da mulher, chamei o sêmen do homem de Frio, e o da mulher, de Viu. Eles haviam se encontrado no útero e Frio estava apavorado com a fecundação, pois havia escutado que ele morreria, que o útero era um mostro e comeria os dois. Por isso, ele convenceu Viu a fugir dali e juntos eles teriam suas próprias vidas, fora dali, fora de uma vida uterina. Depois fiz uma transição cristã, sem maiores explicações, botei os dois bonecos protagonistas, na sua forma cartoonizada, vivendo entre seres humanos, conhecendo a cidade e suas diversões. É quando eles descobrem que a sua vida vai ser reduzida e eles resolvem procurar o médico de seus pais, e eles perguntam se existia alguma possibilidade de eles voltarem pra barriga de seus pais verdadeiros, que eles estavam arrependidos do que fizeram, de fato não sabiam o que estavam fazendo. E o médico responde que não. E antes de morrer eles vão atrás de seus pais, descobrem que a sua mãe é uma bailarina e que seu pai é um jogador. Nos quadrinhos eles aparecem distantes vendo eles. Suas vidas duram exatos 9 meses, e aquilo que ia nascer, agora vai morrer. Eles descobrem que seus pais haviam tido outros filhos, que eram gêmeos, e que eles seriam gêmeos que nem eles, um homem e uma mulher. Eles ficam felizes por aquelas vidas, e no final deles os dois estão juntos de mãos dadas, andando por uma estrada em meio a uma bela natureza. No final, os dizeres: A vida que poderia ser sua.
Era um manifesto contra o aborto, daí o nome Frio e Viu. Era o meu entendimento sobre a concepção e, como tudo que eu faço, é destrutivo a razão. Não havia nenhum compromisso, mas naquele momento tive vontade de realizar e entregar a idéia a algum partido, como ficaria divertido expor aquelas idéias como um entretenimento em shoppings ou algum lugar específico, crianças pudessem ver isso em um ambiente interativo, falar e tocar nos espermatozoides vivos, entrar dentro de um útero gigante, como se fossem colchões, um pula-pula engraçado. Resolvi arquivar. De certa forma gostei do que a católica fez, fez Dilma voltar atrás. E isso lhe garantiu a eleição de 2014, vai depender dos protestantes, talvez ainda não seja a sua vez.
Era algo pessoal, por isso não divulguei, o faço agora. Dito isso, encerro aqui o meu discurso, o resto agora é só redação. Deixo que o rio siga seu próprio curso, recebendo a forma que a montanha lhe deu.
 
POR QUE OS CROMOSSOMOS X E Y SÃO CHAMADOS DE OS “CROMOSSOMOS DO SEXO” ?
ENTREVISTA FEITA POR SUSANNAH LOCKE A SARAH RICHARDSON:
 
SL: Sarah Richardson é uma historiadora e filósofa de ciências que se foca nas intersecções entre raça, sexo e as ciências. Em seu novo livro, Sex Itself: The Search for Male and Female in the Human Genome, ela explora como as normas de gênero cultural influenciaram seu estudo de sexo no genoma, e vice versa. Mais cedo esta semana, eu falei com ela ao telefone sobre sexo, gênero, e dois cromossomos chamados X e Y. Esta entrevista foi editada por comprimento e clareza.
[...]
SL: Ainda assim eu fui ensinada que tudo que era necessário para fazer um homem estava no cromossomo Y. Isso está errado?
 
SR: Alguns podem incorretamente presumir que todos os traços típicos de masculinidade, incluindo cérebro e comportamento, seriam codificados no cromossomo Y. Eu penso que esta noção do Y como a essência da masculinidade começou a pervardir a cultura – especialmente conforme nós nos movemos pra dentro de uma era mais genômica. Eu vejo isso em todo lugar, percolando-se para dentro da cultura como um tipo de metáfora.
No livro, eu sugiro que nós podemos querer abandonar o termo “cromossomos do sexo”. A razão é que o termo nos levou a focar nossa pesquisa para a biologia do sexo nestes dois cromossomos. Mas na realidade existem processos ao longo de todo o genoma que são críticos a todas as coisas que nós entendemos como sexo –mais importantemente, o desenvolvimento dos sistemas reprodutivos distintos em homens e mulheres.
Segundamente, o termo nos levou ao buraco de minhoca de pensar no X como o cromossomo “mulher” e no Y como o cromossomo “homem”. O ‘X’ e o ‘Y’ se tornaram pouco representativos de homem e mulher a nível genômico, e isso é perpetuado realmente de uma forma fortemente binária de pensar sobre ‘masculinidade’ e ‘feminilidade’. Ambos estão empiricamente errados e mal guiaram cientistas em um número de episódios no século XX.
 
SL: COMO É QUE CHAMAR X E Y DE ‘OS CROMOSSOMOS DO SEXO’ MAL GUIOU OS CIENTISTAS?
 
SR: Um dos episódios sobre o qual eu falo é o famoso caso do “supermacho” XYY.
Entre as décadas de 1960 e 1970, houve uma intensa busca pelas qualidades comportamentais que estavam associadas com o crime e especialmente agressão e agressão sexual no cromossomo Y. E uma larga proporção de homens com cromossomo Y extra foram encontrados numas poucas penitenciárias de segurança máxima na Escócia.
Com base nisso, pesquisadores hipotetizaram que o cromossomo Y extra –o tão-chamado macho XYY – era um homem com uma dose extra de “macheza”. Então a idéia era que essa agressividade mais alta os havia botado na prisão. E estas conjecturas foram tão apelativas que entre 1960 e 1970, 82% de todos os estudos publicados sobre o cromossomo Y se focavam em homens XYY.
Mas no fim, foi descoberto que não havia associação entre ter um cromossomo Y extra e a agressividade aumentada. E a hipótese foi completamente desbancada, com exceção aos olhos de pouquíssimas linhas marginais [periféricas] extremas. Isso representa um dos estudos de caso de superavaliação e propaganda exagerada [mentirosa] e pobre metodologia na história de genéticas comportamentais. E a maioria dos cientistas realmente agarra-se no comprimento dos braços como um exemplo de velha, ciência ruim.
Foi esta presunção que os pesquisadores trouxeram – que o cromossomo Y deve ser a essência da masculinidade –que os levou a essa intensa convicção para anular seus próprios princípios metodológicos e perseguir essa hipótese. Eles estavam se apoiando em suas presunções-base sobre o que constituía a masculinidade.
 
SL: Vamos falar sobre o X, agora. Como o cromossomo X conseguiu essa associação com a feminidade quando tanto homens quanto mulheres o tem?
 
SR: Funcionalmente falando, tanto homens quanto mulheres têm um cromossomo X ativo em cada célula.
Isso [o X como fêmea] é um exemplo do jeito que nós projetamos o sexo binário em cima do mundo natural. É como se nós precisássemos que o X seja o cromossomo fêmea se o Y é o cromossomo macho. Nós precisamos deste simbolismo de alguma forma.
Foi presumido, até 1950, que era o duplo X nas fêmeas que determinava a feminidade e a falta do segundo X nos homens que determinava a masculinidade. Por durante metade de um século, aquele foi o livro de texto do conhecimento oficial. Existe um jeito no qual estas molduras mais antigas continuam a persistir mesmo que aquela explicação seja explicitamente dispensada.
 
Muito obrigado ‘Dra. Higgs’, a Sra. conseguiu com poucas palavras desmoralizar a matéria, conseguiu transformar o homem em pó. Toda homologia e seu passado pregresso, parece que voltou à sua origem de semente, e pasmem[!]: a semente estava vazia.
Curiosamente, foi parar na barriga da mulher, ou, na barriga do inimigo, e de lá, pra barriga da serpente, pra depois voltar pra barriga de Deus outra vez, iniciando o ciclo do espermatozoide maluco.
De fato, até 1940 acreditava-se, pasmem[!], que a mulher não possuía semente. Pesquisas anteriores, em animais e vegetais, haviam descoberto o sêmen da mulher: o óvulo. Civilizações anteriores, como as egípcias, acreditavam que a mulher era como os campos às margens do Nilo. Ou seja: fertilizavam, mas não participavam da criação, o homem botava o ovo e ela chocava, e que, teoricamente, a semente de Adão chegou até Cristo. A pergunta que toda mulher deve se fazer nesse momento –e todo homem também– é: quem lhe deu a sua vida, o sêmen da mulher ou o sêmen do homem[?].. Tanto faz? Hoje você pode pensar assim, mas há um tempo atrás não era, ou não, é o sêmen do homem, ou pelo menos é ele quem escolhe o sexo. É algo que sempre me chamou a atenção, XX e XY.. por que não XY e YX? À primeira vista parece que o homem tem propriedades da mulher, mas a mulher não tem propriedades do homem, a idéia de que existe uma célula macho e uma célula fêmea foi pro ralo. Isso fatalmente os conduziria a uma singularidade: No genoma não existe uma divisão de gêneros, e o homem seria assim como a mulher, como a árvore do conhecimento.
Ok., vamos devagar. Você pode pensar ‘qual é o problema de Deus ser um hermafrodita?’. De fato, não há problema nenhum, a questão é qual o racionalismo por trás dissopor que uma parte é mais importante que a outra [?]. Ah, você não acha? Acha que isso não muda nada o Genesis, isso não afeta de forma alguma Jesus? Sugiro a você ir tomar um cafezinho, acender um cigarro, ou um baseado, porque o papo vai ser longo, [porque] a Unidade está em cheque, é o princípio do funcionamento do Unitarismo, o homem não carrega só o sêmen de Deus, carrega a criação toda, a mulher foi excluída do processo criativo.
Com os conhecimentos atuais, você pode pensar que isso não tem relevância, mas é necessário que se entenda que pra crença judaica e, consequentemente, cristã [e isso inclui Cristo] Deus era transmitido através do homem, porque só através do homem seu espírito estaria livre de contaminação, o homem é a semente e a mulher é o campo. A 1ª questão relevante é por que o homem é o princípio ativo e a mulher o passivo, ou simplesmente, neutro? Por que, na dualidade proposta, existe uma parte superior a outra? Mais ainda, por que uma tá associada a vida e a outra a morte, ou, esterilidade? Uma frase de Cristo bem interessante na Parábola da Semente relatada em Mateus: ‘O fermento que Deus escondeu na barriga da mulher’. Quer dizer, nem a fertilidade era sua. A mulher de fato é um campo morto que precisa ainda ser adubado, preparado, limpo e esterilizado. Esse pensamento está preso a um racionalismo, Deus não possuía um corpo, era um espírito, um espermatozoide espiritual vagante na imensidão do  nada. Ele já tava há um tempo tentando se fecundar e nada acontecia, então ele teve a brilhante idéia: criar um corpo  para que ele pudesse fecundar. Então ele criou o Universo. À sequência de eventos, ele criou o céu e a terra e atribuiu a ambos propriedades diferentes. O curioso dessa história é que no Hebreu antigo, entre o céu e a terra já havia água e, mesmo sem ser personificada, a água foi dividida. A explicação é Babilônica, porque seus textos são os mais antigos, de onde a literatura judaica supostamente foi clonada: havia uma água doce e a outra era salgada [link básico:http://en.wikipedia.org/wiki/Panbabylonism ].
Já vi literatura rabínica que explica que o paraíso era um conceito espiritual apenas e que Adão e Eva se tratavam da mesma pessoa. Um duplo espirito hermafrodita. Muito interessante essa propositura rabínica mas, se assim o fosse, isso apontaria pro espírito hermafrodita de Deus e isso seria um adeus ao unitarismo, porque isso se trata de uma singularidade, deus seria dois e não um, e duas forças repulsivas, dada a dualidade Bíblica. Eu sei... é complicado. Mas, vamos afrente:
O juízo é uma coisa viva, ele respira, por isso, você sabe que tá vivo. A questão é por quê que o sopro divino, o Ruach, como é conhecido no judaísmo, foi traduzido como sêmen, e por que esse sêmen foi traduzido como senhor e como esse senhor foi traduzido como servo e como ‘s’ foi traduzido como ‘Y’.
Existe um problema na tautologia genética bíblica de que ‘a = b’ porque ‘b = a’, e tal lógica não procede pois ‘s’ não é igual a ‘Y’. Mesmo existindo o cromossoma Y, internamente, a nível de genes, existem nele partes X.
Você diria: qual o problema em ser XY ou YX, ou X+Y ou X.Y ou X-Y ou Y/X [...], a combinação é sempre binária, e foi basicamente isso que a ‘Dra. Higgs’ colocou: a nível de genoma, não há como iniciar uma pesquisa por gêneros. Sabe-se que o hipotálamo é xy, que a glândula pituitária é xy, que os hormônios corporais são xy, enfim.. chegamos ao fim, ou não, iremos perseguir a sexualidade a nível de elétrons e, após encontrar a tal ‘partícula higgs’, como saberemos se ela é macho ou fêmea? É possível classificar o sol de macho e o buraco negro de fêmea, apenas pelas suas aparências? É aceitarmos que o modelo bíblico possui problemas insanáveis, faltou com a verdade, ou sua verdade é apenas uma janela de algo percebido, e que dentro de suas limitações, carrega falsidades. A unidade possui um compromisso com o todo, e suas menores partículas, no momento, estão corrompidas.
Quando ocorre um corrompimento, a “Ciência” entra em ação em descorromper os nossos sentidos e provar que algo pode ser possível, e em meio as encobertas, as descobertas acontecem.
Havia lido recentemente que o grande sonho da ciência era clonar uma célula-tronco em estado embrionário, sem o óvulo da mulher, e fui investigar o assunto, e de fato as pesquisas e as descobertas não param, e todas caminhando para um único sentido: dar um by-pass na mulher.
‘Descoberta Japonesa da Célula Tronco poderia levar a Clonagem Humana sem a necessidade por Humanos’ [5 Out., 2012]:
 
 
“Um estudo feito por pesquisadores Japoneses envolvendo o uso de células-tronco para criar óvulos e esperma, e óvulos fecundados como resultado, foi anunciado.
O esforço científico para alcançar esse resultado vem estado a pés por muitos anos, e os esforços dos pesquisadores Japoneses foram alcançados em ratos até a época presente.
O próximo passo seria tentar alcançar estes resultados em humanos.
A esquipe de pesquisadores da Universidade de Kyoto, estabeleceu que os óvulos podem ser replicados a partir de células-tronco, e mesmo do esperma também.
Um cume sobre o assunto está marcado para 3 a 5 de Dezembro de 2012 no Centro de Convenções do Condado de Palm Beach em Palm Beach do Ocidente, Flórida. O Instituto de Políticas Genéticas [GPI] anunciou que os pesquisadores do óvulo de célula-tronco de ratos do Instituto da Universidade de Kyoto para Ciências Integradas de Material-Celular [iCeMS] serão co-organizadores do evento. Se este resultado puder ser alcançado em humanos, poderá permitir às mulheres a chance de se engravidarem mais tarde na vida, sem os problemas inerentes já associados com a proliferação reduzida a algum grau na idade avançada.
Dez por cento das mulheres durante a idade de conceber crianças são impedidas por problemas se tornando grávidas, seja um problema do homem de baixa contagem de esperma, ou apenas alcançando status de gestação completa.
Tentativas de reforçar a reprodução colaborativa é o resultado intendido, já que 33% de todos os casais falham em suas tentativas em parto vivo atualmente.
Mais ao ponto, esta nova tecnologia, se alcançada em humanos, abre um mundo de possibilidades, e todo um outro set de questões.
Com o recente anúncio de que vários dos mais difíceis tipos de Câncer podem ser curados por examinar cada veio de DNA individual e então prescrevendo  approach de curativo pessoal para cada paciente de câncer, poderia esta técnica, acoplada com a pesquisa de célula tronco, permitir a completa clonagem de humanos, com padrões de DNA perfeitos para permitir a ausência de doenças e outras enfermidades tipicamente humanas e expectações de vida negativas?
É uma rampa escorregadia na qual nós provavelmente não deveríamos descer, mas já aconteceu, e agora não existe retorno.
Muitos grupos de pessoas eram contra a pesquisa de células-tronco pra começar, sendo a Igreja uma delas.
O presidente George W. Bush foi outro, e durante sua administração, ele tornou a prática fora da lei, permitindo apenas pesquisas limitadas.
“Aqueles que não conseguem lembrar do passado são condenados a repeti-lo” uma quota de George Santayana vem à mente.
Adolf Hitler e os Nazi’s estavam tentando criar a raça mestre de seres humanos durante os anos de  1930 e 40, e se ele tivesse essa tecnologia nós estaríamos todos em passos de ganso agora.
Parece que a única coisa necessária para a clonagem de humanos sem a remediação de uma mulher que seja o host seria um útero sintético, um lugar para o DNA modificado, óvulo e esperma criados a partir de célula-tronco, fertilizado numa louça Petri, para ser implantado.
Difícil de acreditar, mas verdade.
Artigo por Jim Donahue”.
 
 
 
Essa intro é um texto dividido em três partes. A segunda postagem é a continuidade dessa, se chama Untagem e a terceira postagem é a Produtividade e é de fato onde eu quero chegar, para que eu possa enfim postar O Terço, o Racionalismo de Cristo, ou simplesmente, O Unitarismo. E realmente é muito complicado esquadrinhar isso em termos bíblicos. O sentido dessa primeira postagem é apenas compor uma substancialidade: a existência de uma ‘substância-chefe’. Como eu já falei, mais importante que a Dualidade e as diferenças que cercam a sexualidade, a existência de uma hierarquia, naquilo que supostamente deveria ser uma Unidade. Isso vai nos ajudar a caminhar por dentro dos eventos e entender melhor o princípio de seu funcionamento.